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girl on film

11
Fev18

Jóhann Jóhannsson | 1969 - 2018



O compositor Jóhann Jóhannsson encontrado morto em Berlim. O islandês foi responsável por bandas sonoras inesquecíveis como Prisoners, Sicario e Arrival ou The Theory of Everything, entre outros. A sua música distinta, misturava sons clássicos a elementos electrónicos modernos e o trabalho foi reconhecido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e pelos Globos de Ouro.

A vida de Jóhann terminou mas a obra permanece.




Jóhann Jóhannsson + American Contemporary Music Ensemble | KEXP. 20, Abril, 2017.

26
Dez16

O dia em que David Fincher ilustrou a música de George Michael



2016 continua a roubar vidas. Ontem, o Mundo perdeu um dos nomes mais importantes da Cultura Pop, George Michael. O músico inglês deu-nos músicas inesquecíveis, ditou modas, encheu tablóides com notícias que nem sempre foram positivas e faz parte da banda sonora das nossas vidas. É tempo de recordar porque é que Michael é eterno.  



Inspirado pelas fotografias de Naomi Campbell, Linda Evangelista, Tatjana Patitz, Christy Turlington e Cindy Crawford que Peter Lindbergh tirou para a capa de Janeiro de 1990 da edição inglesa da Vogue, George Michael perguntou às modelos se queriam fazer parte do vídeo oficial para o single Freedom '90.


O video, realizado por David Fincher com styled de Camilla Nickerson, depressa alcançou o patamar de "momento inesquecível em que a moda se cruza de forma perfeita com a cultura Pop". O vídeo está cheio de detalhes e de curiosidades, das quais destaco a presença quase invisível do famoso fotografo de Moda, Mario Sorrenti

Leiam mais sobre o vídeo aqui



20
Jul16

Garry Marshall | 1934-2016


"It’s nice to be important,
it’s more important to be nice."


19
Jun16

Anton Yelchin | 1989 - 2016


Anton Yelchin by Kurt Iswarienko | Interview Russia. 2012

"The ability to have a choice in what you do is a privilege. "
- Anton Yelchin

22
Abr16

1992. O ano em que Prince rejeitou Luc Besson e Jean Paul Gaultier



2016 continua a ser arrasador no que a mortes diz respeito. Este ano, Portugal e o restante Mundo já perderam ícones cujas vida influenciaram muito mais do que a Música, o Cinema ou até a Televisão, influenciaram o nosso modo de viver, os nossos gostos e sentidos estéticos. Ontem, o Mundo perdeu um dos maiores ícones pop, o talentoso Prince. 


A obra e vida do músico multi-instrumentista e dançarino norte-americano sempre esteve muito ligada ao Cinema, não só porque por ele próprio participar em alguns papeis mas porque as suas músicas serviram de banda sonora a muitos momentos cinematográficos. Mas a maior das curiosidades que liga Prince ao Cinema é a sua "aventura Fifth Element". 

Antes de Chris Tucker encarnar Ruby Rhod no filme de Luc Besson, o papel foi oferecido a Prince. E apesar de fazer todo o sentido a personagem andrógena e de carácter bastante sexual e estridente ser oferecida ao músico, nunca vimos como seria o resultado final, até 2014. 

Graças ao The Brooklyn Museum com a exposição "The Fashion World of Jean Paul Gaultier: From the Sidewalk to the Catwalk", foi conhecido em detalhe o trabalho magistral do artista estilista e figurista de The Fifth Element - Jean Paul Gaultier





Uma colecção de ilustrações de Gaultier para o seu trabalho no filme foram exibidos na exposição. Os desenhos de Gaultier contam muitas histórias incluindo o facto de que Mel Gibson e Julia Roberts foram originalmente pensados para os papéis principais. Este primeiro projecto que envolvia Prince, Roberts e Gibson datava de 1992 mas devido à falta de financiamento do projecto, foi colocado em pausa e é através das palavras do estilista que conhecemos mais detalhes sobre a relação entre Prince e o filme: 

"When the singer was giving a series of concerts in Paris, Luc Besson wanted us both to meet with him to show him my sketches. Prince had already attended my runway shows, but he came and went very quickly every time, so we had never been formally introduced. While I was waiting for Luc in his office, I saw this huge bodyguard appear, with Prince trailing behind him. As Luc hasn't yet arrived, I thought he must have wanted me to meet with Prince alone, so we could get to know each other a little bit. In broken English, and with my strong French accent, I tried my best to make conversation, something like "Hell-O Prin-ze, welcome to Par-isse! So for ze role I sink…"I showed him my drawings, but he didn't say a word. I had had an idea for a really funny costume with netting which quite long body hair would pass through, and I had done front and back versions of it. So then I explained to Prince: "Eet eel fake 'air, you know, and eet eel beaucoup, beaucoup, airy, vraiment fun, and ze back is made of sat, and on ze back were eez ze faux cul, you know, a very big faux cul." and I slapped my buttocks to show him how the back of the costume would be designed.Still not saying anything, Prince gave me this Charlie Chaplin kind of look. I could see that something had just happened, but I didn't know what, only that he had indicated to his body guard that he wanted to leave right then and there. I thought he was going to go and see Luc. Later, Luc told me that Prince had been very surprised and amused — by my presentation, but that he found the costumes a bit too effeminate. And, most importantly, he had thought he head "Fuck you, fuck you!" when I was saying in my terrible English accent "faux cul, faux cul" [fake ass]!"

—Jean Paul Gaultier


20
Fev16

Umberto Eco | 1932-2016






“Books are not made to be believed, but to be subjected to inquiry. When we consider a book, we mustn’t ask ourselves what it says but what it means…”

Umberto Eco, The Name of the Rose

Contacto

Sofia Santos: agirlonfilm@sapo.pt // blog.girl.on.film@gmail.com

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