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girl on film

13
Jun19

Nike + Stranger Things. Colecção Cápsula

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A Nike e a série NetflixStranger Things, lançaram uma colecção parceria que inclui novas interpretações dos modelos clássicos:  Cortez, Blazer e Tailwind, uma referência  à nostalgia dos anos 80. A escolha das cores não enganam: são os verdes e laranjas da Hawkins High School.

Os primeiros modelos desta colecção será lançada na loja online da Nike a 27 de Junho, juntamente com uma edição limitada de peças influenciadas pela educação física dos anos 80. A segunda fase da venda - apelidado de OG Pack - incluirá as mesmas silhuetas com uma paleta de cores vermelha, branca e azul como homenagem ao Dia da Independência de 1985 e estará à venda a partir de 1 de Julho. 

 

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25
Dez18

Kevin Spacey está de volta! Frank Underwood também!

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No inicio de 2019, o actor Kevin Spacey vai ser formalmente acusado pela alegada agressão sexual a um jovem num restaurante de Massachusetts, Estados Unidos da América. Como resposta a este anuncio e depois de muito tempo afastado e em silêncio, Spacey usou o Youtube e divulgou um vídeo intitulado Let Me Be Frank, um trocadilho óbvio à sua personagem de House of Cards,  Frank Underwood.

 

 

05
Set18

Teaser para a última temporada de House of Cards

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A série Netflix, House of Cards acabou de revelar o destino de Frank Underwood, a personagem interpretada por Kevin Spacey.

O teaser para a sexta e última temporada do thriller político mostra a nova Presidente, Claire Underwood (Robin Wright), no cemitério, na campa do marido. "I'll tell you this though, Francis. When they bury me, it won't be in my backyard. And when they pay their respects, they'll have to wait in line," diz Claire e a câmara mostra a pedra tumular de Francis J. Underwood e confirma que a morte aconteceu em 2017.

 

25
Jan18

Opinião ▪ The End of The F***ing World. T1



8 episódios, menos de 3 horas em que cada minuto vale a pena.

Baseada na novela gráfica de Charles Forsman, a série The End of The F***ing World, escrita Charlie Covell e realizada por Jonathan Entwistle e Lucy Tcherniak, conta a história de dois adolescentes problemáticos, James (Alex Lawther) e Alyssa (Jessica Barden), e a sua aventura pelo desconhecido. Relata como e por que fugiram de casa, a descoberta dos seus limites, a procura pelo auto-conhecimento e, sobretudo, a sua luta pela sobrevivência.

James e Alyssa formam um estranho duo que, por peculiares circunstâncias, acabam por se conhecer e atrair mutuamente. James acha que é um psicopata e que a rapariga será a sua primeira vítima mortal. Alyssa por sua vez é a (a)típica adolescente que não gosta de nada, de ninguém, sem modos ou educação. Ambos estão assustados e os dois escondem-se perante uma fachada que os encaminha para uma aventura para a qual não estavam preparados. Ao longo dos episódios, é apresentado ao espectador os dois pontos de vista diferentes, dados através de momentos de narração introspetiva dos protagonistas e é nestes momentos que conhecemos o verdadeiro íntimo dos jovens.

As personagens são únicas e a apresentação das mesmas é feita ao longo da série. Aprendemos a conhece-los e a percebe-los. O facto de os episódios serem de curta duração só a engradece. Não há monólogos ou cenas longas, não há momentos aborrecidos nem diálogos que não acrescentam nada à história. Tudo é importante e tudo é complementado com uma realização, edição e música perfeita. É uma espécie de série indie, ou uma espécie de curta ou até mesmo uma peça de teatro. A forma como acontecem os diálogos, o modo como James e Alyssa interagem dão a The End of The F***ing World uma aura única e impossível de encontrar nos projetos denominados mainstream.





A série da Netflix é envolta no estilo dramático que os adolescentes adotam quando acham que a rebelião é a resposta mais atrativa para a fuga à rotina e às normas. De forma pouco agressiva e chocante, o argumento toca em assuntos sensíveis, como a homossexualidade, abusos sexuais, suicídio e abandono. Curiosamente, é no momento em que contactam com o mundo adulto e desconhecido que James e Alyssa, vítimas das circunstâncias, se transformam em infratores.

Ao longo da jornada que a dupla enfrenta, a série canaliza as ansiedades da adolescência por causa de sexo, de estabilidade mental e da aceitação. Cada decisão que tomam piora a sua situação. James percebe que de homicida tem muito pouco e Alyssa aprende que amar é uma escolha e que a confiança e o respeito são possíveis de alcançar, mesmo que as experiencias anteriores não tenham corrido bem. Até então, o mundo que os adolescentes conheciam era o limite das suas próprias experiencias e tudo muda ou termina quando resolvem abandonar as suas limitadas vidas.






Os cenários são usados como reflexo dos sentimentos das personagens. Os espaços urbanos representam a repressão e uma espécie de encarceramento que suscita à fuga. Como contraste, a periferia é um espaço de reflexão, descoberta de emoções e promotor de resoluções. A banda sonora, pensada por Graham Coxon, apoia-se no pop e no rock dos anos 60 e 70 e é uma referência clara aos road movies.

The End of The F***ing World é corajoso e inspirador e alicerçado no medo e de forma contrastante, nas atitudes destemidas com que Alyssa e James dão os primeiros passos para a entrada na idade adulta.


"When you have silence, it's hard to keep stuff out. It's all there, and you can't get rid of it. I used to be able to get rid of things, banish them. But I knew after that day, it wouldn't be so easy any more... I was never Alyssa's protector. She was mine."



24
Mai17

Da Casa Branca para House of Cards | A Netflix contratou Pete Souza



No que toca à promoção de House of Cards, a Netflix não poupa esforços. Frank Underwood tem ao seu serviço uma equipa de Campanha, digna de fazer inveja a qualquer político da vida real. Cada trailer, teaser, poster, tweet são golpes magistrais de marketing bem feito.

Agora que a quinta temporada se aproxima, a Netflix contratou o antigo fotógrafo oficial da Casa Branca, Pete Souza para fotografar Underwood (Kevin Spacey) e Doug Stamper (Michael Kelly) no terreno.

Sobre a experiência o ex-fotógrafo de Ronald Reagan e de Barack Obama disse: “It was a pleasure working with Kevin and Michael and photographing them around some of D.C.’s most recognizable locations (...) Whether photographing the real president or a fictitious presidential character, it’s an exciting experience.
O resultado é maravilhoso, vejam:


















Contacto

Sofia Santos: agirlonfilm@sapo.pt // blog.girl.on.film@gmail.com

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