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girl on film

12
Set21

Big Brother: é difícil ignorar o óbvio!

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Expect the unexpected!” (“Espere o inesperado”) é a frase que a apresentadora do "Big Brother" (BB) USA, Julie Chen Moonves pronuncia inúmeras vezes aos concorrentes e aos espectadores do Reality Show (RS) norte-americano.

Os RS são dos formatos televisivos mais polémicos de sempre. Muitos abominam-nos, remetendo-os para a categoria lixo televisivo. Outros dizem que não gostam, que nem sequer vêm mas espreitam-nos com um olho aberto e outro fechado. Outros vêm às escondidas. Muitos toleram e até aceitam o bombardeamento de informação na comunicação social, dita cor-de-rosa. Muitos ostentam orgulhosamente a bandeira “sou fã”.

Há RS para todos os gostos. A lista é interminável e impossível de enumerar na integra. Há os de cantorias, como o “American Idol”, “The Voice”. Os românticos como o ”Love Island” ou “Married at First Sight”. De culinária; de arquitetura e design; de maquilhagem, de moda, de tatuagens. Os que seguem a vida de gente famosa, os que implicam estratégia, como o “The Circle” e os que reúnem a resistência física à inteligência e domínio emocional, como o “The Amazing Race” e “Survivor”.

O “Survivor” é, indiscutivelmente, o jogo mais completo deste universo. É literalmente um jogo de sobrevivência em que vários desconhecidos são colocados em locais remotos e perante provas físicas e mentais e sem acesso a qualquer elemento de luxo ou bem essencial têm que sobreviver perante tormentas atmosféricas, a todos os outros e sobretudo à superação individual, dominada pela paranoia e fome constante. No “Survivor “assistimos - literalmente - ao definhar do ser humano pois, diáriamente, vimos os concorrentes a perderem peso e a fazerem de tudo para sobreviver.

Mas o rei e senhor deste universo é sem dúvida o "Big Brother". Atualmente – com edições no ar e em desenvolvimento - é um formato que existe em Portugal, Brasil, Austrália, EUA, Finlândia, Grécia, India, Mongólia, Nigéria, Espanha, Albânia, Bélgica, Canadá, Alemanha, Itália, Holanda e Filipinas.

A Portugal, o formato criado pelo holandês John de Mol e desenvolvido pela Endemol chegou em 2000. O sucesso foi imediato. Concorrentes polémicos, pessoas diferentes, atitudes pouco corretas. O primeiro BB de Portugal deu a vitória ao simples Zé Maria, expulsou o Marco por dar um pontapé a uma colega e abriu as portas – que nunca mais voltarão a fechar - a uma espécie de voyeurismo permissivo.

Desde então, muita coisa mudou. Foram mudando os apresentadores, os formatos, a edições com mais sucesso, sucederam-se outras que não alcançam as audiências esperadas. Mudou sobretudo o palco principal dos Reality Shows. A arena dos gladiadores – fãs acérrimos (alguns no patamar de delicadas patologias) deste formato – são as redes sociais, sobretudo o Twitter.

Na rede social das frases curtas, milhares de perfis – sobretudo falsos - enaltecem ou proscrevem concorrentes. É nas redes sociais que nascem e morrem concorrentes. Que passam de heróis a vilões, ou vice-versa. O impacto deste elemento exterior no BB Portugal é de tal modo grande que chega mesmo a influenciar / impulsionar medidas por parte da produção, no sentido de castigar concorrentes ou de exigir pontos de situação públicos. Aconteceu, por exemplo, na edição “Big Brother - Duplo Impacto”, com a expulsão de um concorrente depois de ter repetidamente feito a saudação nazi dentro da casa.

Um dos pontos mais fortes deste “concurso da vida real”, em todas as versões, é a maleabilidade das regras. Apesar de existir uma espécie de regras chave, as normas são facilmente moldadas. São muitas as vezes em que o contexto de nomeação de um concorrente “à chapa” ou a salvação dos mesmos mudam quase semanalmente. Estas decisões das produções são feitas obviamente para gerar o caos, dentro e fora da casa.

Desde sempre e em todas as versões mundiais, a palavra polémica é a melhor aliada do formato. Romances, declarações homófobicas, atitudes menos correctas, etc..Tudo é visto e revisto à lupa, não só por um número brutal de câmaras mas principalmente pelo olhar muito atento dos fãs.

Tudo é motivo para incendiar as redes sociais: os apresentadores, os comentadores, os concorrentes, a produção…

Se a polémica é a palavra-chave de um RS desta envergadura, a sua melhor aliada é a edição. Apesar de em muitas das edições internacionais do BB existir um canal que transmite em direto o RS, a ideia do 24h sobre 24h continua a ser um mito. Em Portugal, por exemplo, o canal que transmite o jogo, encerra a emissão de madrugada. Propositado ou não, este elemento levanta suspeitas e muito se diz sobre aquilo que acontece enquanto o público não vê.

A produção sabe obviamente que o número de público que consegue assistir ao canal em direto é pouco significativo em relação ao restante e por isso, os apontamentos diários são essenciais. Os resumos, apresentados diariamente em dois momentos distintos: o “Diários” e os “Extras” mostram compilações de cenas, os resumos dos dias, conversas e atitudes dos jogadores em vídeos devidamente editados e pensados ao milímetro para atingir o grau de polémica desejada.

Para o sucesso de uma edição do BB cai muita responsabilidade nos apresentadores. Se na edição americana, a forma como o programa é gerido, quase mecânica, com a interação nos diretos entre a apresentadora e os concorrentes quase inexistente, em Portugal privilegia-se a dinâmica entre as peças chaves do jogo: o(s) concorrente(s) e o(s) apresentado(res). Depressa se percebem empáticas e antipatias e isso, também é o jogo ou movimenta, inequivocamente o jogo.

Mas em Portugal, há outro elemento que distingue o BB dos outros espalhados pelo mundo, a voz do próprio Big Brother omnipresente, perspicaz, intruso, uma entidade que tenta quase sempre ser neutro. É múltiplo (o homem tem que ter pausas), dotado de um humor exímio. Paciente, psicólogo, psiquiatra, docente, pai, mãe, amigo. É a peça chave de todo este puzzle. É talvez a figura mais amada e respeitada do universo… até nas redes sociais. Dos Big Brothers que conheco, este é sem dúvida aquele em que há maior interatividade entre o "Senhor da Casa" e os jogadores.

A nova edição do BB Portugal arranca hoje. É a 11ª – contado com as edições especiais de “Vip’s” e “Famosos”. Há semanas que causa reboliço na comunicação social e nas redes sociais. A incerteza sobre quem ia apresentar o concurso gerou conteúdos sem fim. A responsável máxima pelo projeto avisou que apesar de tudo aquilo que já se sabe, sabemos muito pouco!

Gostemos ou não, uma coisa é certa: o "Big Brother" é impossível de ignorar!

E terminando como começamos, com uma citação de Julie: “Anything that can happen, will happen” (“Tudo o que pode acontecer, vai acontecer”).

14
Mai21

Margot Robbie na campanha CHANEL J12

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A actriz australiana Margot Robbie junta-se a Lily-Rose Depp, Naomi Campbell, Liu Wen, Claudia Schiffer, Keira Knightley, etc., como um dos rosto da icónica campanha de relógios CHANEL J12 , iniciada em 2019. A campanha foi fotografada por Brigitte Lacombe.

Tudo sempre se movimentou em torno de segundos numa uma casa criada por uma mulher que soube sempre seguir os seus instintos. 

Robbie é embaixadora da Chanel desde 2018, quando ela usou um vestido personalizado Haute Couture de Karl Lagerfeld [colecção FW'19/20] na cerimónia dos Oscares. Já foi a protagonista da campanha Coco Neige 2018/19, fotografada pelo próprio Lagerfeld, assim como o rosto da fragrância Gabrielle Chanel Essence.

 

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"É uma sensação incrivelmente especial estar ao lado de mulheres tão inspiradoras nesta campanha. Usar o relógio J12 é para mim, reconhecer e valorizar o tempo."
- Margot Robbie.

14
Mai21

Kristen Stewart protagonista da coleção Chanel Métiers D’Art Pre-Fall'21

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Na campanha Chanel Métiers D’Art Pre-Fall 2021 a actriz e embaixadora da casa de moda, Kristen Stewart foi fotografada por Juergen Teller. A colecção foi apresentada pela primeira vez num desfile que decorreu no Castelo de Chenonceau (Château de Chenonceau), também conhecido como Castelo das Sete Damas, em Dezembro passado, e que teve uma única convidada, Kristen Stewart.

Esta é a primeira campanha de Teller para a grife francesa.

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14
Mai21

Zendaya é a estrela da nova coleção Valentino Roman Palazzo

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A Valentino apresentou a sua campanha Roman Palazzo Fall 2021 estrelada pela atriz e embaixadora da marca Zendaya. Fotografada no Palace Theatre de Los Angeles pelo fotógrafo de moda David Sims

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"Acho que é fundamental passar mensagens fortes através da identidade de uma pessoa e Zendaya representa perfeitamente os valores que eu quero que a Valentino defenda, como a igualdade e a inclusão. Escolhi Zendaya como pessoa, pelo que ela representa, e não apenas como modelo." - Pierpaolo Piccioli

14
Mai21

Ewan McGregor é Halston na série Netlix

A história desconhecida da ascensão e queda meteórica do primeiro - famoso - estilista de moda norte

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Ewan McGregor interpreta o icónico estilista na série limitada e assinada por Ryan Murphy sobre o lendário designer que revolucionou a moda americana.

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Roy Halston Frowick alcançou a fama internacional em meados da década de 1970 quando se tornou o nome internacional que definiu a era do Studio 54. Conhecido por seus designs minimalistas e limpos, Halston era conhecido por criar um estilo de vida urbano e descontraído para as mulheres americanas. Presença regular no Studio 54 com seus amigos próximos - Liza Minnelli, Bianca Jagger e Andy Warhol.  Depois de várias decisões imprudentes no que aos negócios diz respeito, Halston acabou por perder o controle da sua casa de moda na década de 1980 e morreu de cancro [relacionado com o facto de ser seropositivo] em 1990, aos 57 anos.

 

 

"Ele sempre foi uma grande figura importante na minha mente - uma representação de alguém que veio de origens humildes e que passou a fazer algo incrível com a sua vida (...) A maior tragédia de Halston foi o facto de que morreu praticamente sozinho. Estava com a sua família, mas sentia-se meio exilado não apenas do mundo da moda, mas do mundo inteiro. Uma das coisas mais comoventes que assistimos nos seus tempos finais e aquele que é um dos seus últimos actos foi a compra de um Rolls-Royce conversível. Com um motorista, limitou-se simplesmente a subir e descer a Pacific Coast Highway - pela primeira vez na sua vida foi inspirado e não teve que traduzir essa inspiração numa colecção.

- Ryan Murphy para a Vogue.

Junto com McGregor no elenco estão Rory Culkin como Joel Schumacher, Rebecca Davan como Elsa Peretti, David Pittu como Joe Eula, Krysta Rodriguez como Liza Minelli, Sullivan Jones como Ed Austin, Gian Franco Rodriguez como Victor Hugo e Dilone como o super modelo Pat Cleveland.

Já disponível no catálogo Netflix.

 

 

Contacto

Sofia Santos: agirlonfilm@sapo.pt // blog.girl.on.film@gmail.com

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